terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Quem?Rambo??? Parte IV

Primeiro,desculpem pela demora do post.Estava longe da internet por alguns dias =/

Nascido no Tennessee, Estados Unidos, Alvin York passou quase toda sua juventude gastando tudo que tinha em bebidas e entrando em brigas no bar. Quando seu amigo morreu uma briga em um bar ele jurou pela cachaça que nunca mais brigaria e acima de tudo, seria um pacifista.

Quando recebeu o chamado para a guerra, tentou pedir dispensa, mas foi negado e o mandaram para os treinamentos.

Um ano depois ele e mais 17 foram designados para espiar e destruir um acampamento fortificado que dava auxílio para uma linha de trem alemã. Conforme foram chegando um dos atiradores alemães os descobriu e abriu fogo matando 9 dos 17. (Muito bom este grupo para espionar os outros…)

Os poucos que sobreviveram não tinha as bolas de aço que York possuia e fugiram feito meninas correndo deixando-o sozinho alí em pé contra 32 homens com mentralhadoras. Assim ele contou em seu diário.

“Eu não tive tempo de agachar, me esconder atrás de uma árvore ou deitar no chão. Não tive tempo de fazer nada, a não ser vê-los atirar contra mim.” Eis que ele sabia que tinha que fazer o possível para continuar vivo e a primeira idéia que veio na cabeça foi atirar contra. Ele enfim deita no chão e começa atirar e cada bala matava um alemão.

Depois de matar 20 alemães com exatamente 20 balas, um sargento alemão reuniu um grupo de 5 para tentar atacá-lo pelo lado. Eis que ele puxa sua pistola (que tem só 8 balas) e mata todos. Para ele, ele falou, era como matar perus selvagens no campo como fazia em sua fazenda no Tennessee.

A este ponto, o comandante alemão Paul Jurgen Vollmer perguntou a York se ele era Inglês. (até o fim da segunda guerra mundial, ninguém levava os americanos muito a sério). Vollmer pensou que este super-homem era algum soldado inglês, mas quando York falou que era americano o comandante falou que não poderia ser e que se ele parasse de atirar eles se renderiam.

(Por que?!?)

10 minutos depois, 133 homens vieram andando até onde estava a base do grupo de York. O comandante Woods, superior do York, achou que fosse um contra-ataque alemão, mas até que viu York que o saudou “Soldado York com prisioneiros, senhor!”. Woods sem entender perguntou, “mas como?” e York respondeu, “to comendo o comandante alemão, senhor!”… ok brincadeirinha, ele respondeu “Sinceramente senhor, eu não sei”.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Quem?Rambo??? Parte III

Um comandante inglês na Segunda Guerra Mundial e fã de surfe (?), tinha o nome de Capitão Jack Malcolm Thorpe Fleming Churchill, (um cara com mais de 4 sobrenomes, já é um cara fodão.. mas vamos adiante), ou como era conhecido “Mad Jack” ou “Jack Louco”, enfim, ele deveria ser o cara mais macho de toda a guerra, tirando é claro, o cara que começou a guerra…


Ele se voluntariou para uma missão, sem saber direito o que iria fazer, só soube que era perigosa, logo divertida para ele. Ficou conhecido pela frase que “Um oficial que vai para a guerra sem sua espada, não está propriamente uniformizado” e por isso, ele carregava sempre sua espada para o combate. “Ahh mas era uma destas espadas, tipo do Peter Pan, ou do Zorro…” Você não entendeu que o cara tem 4 sobrenomes, ele era fodão! ele carregava um espadão escocês de duas mãos do século 15!

Não é só carregar a espada por aí. Ele, durante a noite, foi sozinho para uma base inimiga e matou 42 alemães só com sua espada e sem ser visto…


Churchill e seu grupo receberam a missão de destruir uma fortificação chamada “Point 622″. Ele, valentão, tomou a frente e partiu pra cima correndo no escuro contra minas e arames farpados. Ele ia correndo e jogando granadas pra frente. Seu grupo fez de tudo para alcançá-lo, mas foram se perdendo no caminho (newbies… pfff) e acabaram morrendo com as minas e tiros dos inimigos, afinal, ninguém tinha 4 sobrenomes…


Os alemães acabaram encontrando Jack Churchill que fingiu que se rendeu, só para ser preso. Ele foi levado ao campo de concentração, e quando ficou cansado da decoração do lugar fugiu pela porta da frente. Ele foi capturado novamente, e levaram para outro campo de concentração, de onde também conseguiu fugir.


Depois de andar 250 kilômetros só com cebolas enlatadas como alimento, foi achado pelos americanos que o devolveu ao exército britânico. Ele pediu ao exército britânico que o mandassem de novo para a guerra, mas para seu desapontamento, ficou sabendo que a guerra havia terminado.


Terminou com frase “Se não fossem pelos malditos americanos, a guerra teria durado uns 10 anos…”

Amanhã continuo a saga de “Quem?Rambo???”com a história de um cara que sozinho rendeu 133 alemães ao mesmo tempo.

Quem?Rambo??? Parte II

Yogendra Singh Yadav é o nome do super-indiano-power-wow. Ele era membro do pelotão de artilharia pesada e estavam em um conflito com o paquistão em 1999.

A missão era para escalar o “Tiger Hill” (uma montanha beeem alta) e neutralizar três bunkers ou casamatas (como você queria dizer) no topo da montanha porreta.

Infelizmente isso significava subir centenas de metros de gelo. E já que não queriam subir todos ao mesmo tempo com machadinhas de gelo, eles decidiram então mandar para cima um cara só, que iria prender as cordas conforme fosse subindo e daí todo mundo poderia subir de forma mais fácil. Yadav, o indiano super-indiano-power-wow se voluntariou, afinal ele era fodão.


Passadas as cordas, o pessoalzinho lá já estava na metade da subida, quando inimigos os avistaram e abriram fogo, com pistolas? metralhadoras? não! lança-foguetes!! Metade do pelotão foi morto, incluindo o comandante, o resto ficou ferido e totalmente desorganizado. Yadav, o indiano super-indiano-power-wow, apesar de ser atingido 3 vezes continuou a subida.


Quando ele chegou n0 topo, um dos bunkers abriu fogo com metralhadoras. Yadav… quem? o indiano super-indiano-power-wow, correu em direção aos tiros, pegou uma granada e lançou pela janela do bunker, matando todo mundo lá dentro.


Neste ponto, o segundo bunker já havia avistado Yadav e também abriu fogo. Ele, o indiano super-indiano-power-wow partiu pra cima do segundo bunker, foi atingido com alguns tiros, mas mesmo assim matou os 4 homens deste bunker com as mãos, AS MÃOS!!

Enquanto ele se limpava, o resto do seu pelotão tinha acabado de subir a montanha e estavam lá, todos olhando para ele falando “seu cheater!”, ok mentira, todos falaram “Caralho maluco!! o que tu fez?” e assim foram todos juntos e conseguiram dominar o terceiro bunker sem problemas.


Por sua coragem e colhões de ouro, ele foi condecorado com o Param Vir Chakra, o maior reconhecimento militar indiano. Diferente da medalha de honra, o Param Vir Chakra só é dado para quem realiza tarefas que na vida normal é impossível de se fazer. Ou seja, o nosso querido Yadav, o super-indiano-power-wow, quebrou as barreiras deste mundo real, tamanha era sua fodalhonice!

O Param Vir Chakra só foi dada 21 vezes e deste, só 7 ainda sobreviveram para contar a história e receber com vida a condecoração. Yadav recebeu a medalha com a perna quebrada, o braço torcido, e com 15 buracos de bala no corpo, afinal, ele é o super-indiano-power-wow

Ainda hoje a saga de “Quem?Rambo???” com a história de um cara que usava um espadão escocês do século 15 em plena segunda guerra mundial.

Quem?Rambo??? Parte I

Um soldado que deixaria rambo no chinelo…
(liga voz do faustão) O nome da fera é Simo Hayha!! (desligar voz)



Quem foi o cara?
Simo Hayha tinha uma vida mais ou menos na Finlândia. Havia servido obrigado o exército e depois se tornou fazendeiro. Mas quando a União Soviética invadiu sua cidade em 1939, ele decidiu ajudar seu país.
Já que a maioria das batalhas aconteciam nas florestas ele imaginou que a melhor maneira de deter a invasão era com seu rifle, latas de comida e escondido pelas árvores atirando nos russos. A temperatura era agradável, de 20 a 40 graus… abaixo de zero

Claro que quando os russos souberam que dezenas de seus homens estavam morrendo e que era por causa de uma pessoa, todos ficaram com medinho… ele foi chamado de “A morte branca”, por sua camuflagem branca. Os russos então passaram a fazer missões só para achar e matar Simo.
A primeira missão para matar Simo Hayha foi um sucesso… para ele. Matou todos os russos da missão.
Depois reuniram uma equipe só de atiradores de elite e mandaram para a floresta. Morreram todos, de novo.
Ao passar de 100 dias, Simo já havia matado 555 pessoas com seu rifle e mais 150 com uma metralhadora, somando 705 presuntos.

Já que todo mundo que procurava ele, morria, os Russos resolveram bombardear toda a área aonde ele poderia estar. Teoricamente acharam seu local, mas só foi atingido por estilhaços que nem ultrapassarem seu casaco. Afinal, o cara é a “Morte Branca”!!
Finalmente, dia 6 de março de 1940, ele foi atingido na cabeça por um tiro. Soldados o acharam e levaram-no de volta para a base, e só aí então a “morte branca” foi enfim controlada…
… ou não. depois de uma semana ele recuperou a consciência, mas já era 13 de março e a guerra havia acabado.

Ainda hoje continuo a saga de "Quem?Rambo???" com a história de um indiano invencível.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

É,pra onde eu vou?



Fudeu,pra onde eu vou agora?

Celular fail

Nunca deixe o celular perto do ferro de passar roupa

Cidade holandesa lamenta perda de seu arquivo pornográfico

A cidade holandesa de Leeuwarden informou que sumiu seu arquivo pornográfico, que tinha sido criado na década de 1970. O arquivo continha fotos pornográficas, desenhos e textos eróticos, segundo o porta-voz do centro histórico, Erik Krikke.

A administração local ainda não sabe se o arquivo foi extraviado ou mesmo roubado. O prefeito de Leeuwarden, Ferd Crone, disse à imprensa que foi pego de surpresa, pois não tinha conhecimento da existência da coleção.

Uma das hipóteses é que o material tenha sido perdido durante uma remoção. Segundo Krikke, a maior parte do arquivo foi montada por um curado "fanático" do centro histórico, principalmente durante as década de 1960 e 70.

A coleção incluía um exemplar raro da edição de fevereiro de 1998 da Playboy holandesa, que trazia uma jovem de Leeuwarden. Ao ser questionado, Krikke concordou que era estranho a cidade ter uma coleção pornográfica, mas destacou que ela faz a maior falta.